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Saiba o que marcou o mundo financeiro em Março de 2024

  • Análise mercados financeiros
  • Performance
  • EUA: “Soft Landing or No Landing, that is the question”

    Para que não perca de vista o que de mais importante se passou neste mês, destacamos de forma sucinta os principais acontecimentos que marcaram a economia global e os mercados financeiros.

    Destaques

    Fed: manteve as taxas e sinalizou 3 cortes de 25 bps este ano, outros tantos em 2025 e 2026. PIB foi revisto em alta de 1,4% para 2,1% em 2024.

    BCE: manteve taxa de financiamento em 4,50% e de depósito em 4%. Lagarde sinalizou a possibilidade de poder cortar os juros em junho.

    BoJ: após 17 anos, subiu os juros de -0,1% para 0,0-0,1%, como resposta ao crescimento salarial (+5,28% em 2024) e ao fim da deflação. Mas referiu que a subida dos juros não será agressiva.

    Facto do Mês:

    FED: decisões difíceis
    A resiliência económica e da inflação alta nos EUA torna os cortes dos juros pelo Fed imprevisíveis. Está a subir a probabilidade do cenário de No Landing, o qual manteria os juros elevados por mais tempo, podendo provocar um Hard Landing na economia dos EUA mais à frente.

    Ao nível da economia global, o mês for marcado pelos seguintes fatores e acontecimentos:

    Economia Global

    EUA: o Core PCE (medida de inflação preferida do Fed), subiu 0,3% em fevereiro (em linha com o esperado). A Confiança do Consumidor desceu em março e as vendas a retalho subiram menos que o esperado em fevereiro.

    ZONA EURO: PMI compósito em contração mas passou dos 49,2 para 49,9 pontos em março (vs. 49,7 previstos). A subida veio principalmente dos serviços (51,1 vs. 50,2 em fevereiro), com a industria a melhorar ligeiramente (46,8 vs. 46,6).

    CHINA: inflação de fevereiro subiu de -0,8% para +0,7% YoY (1º registo positivo em 6 meses). Reflete a despesa robusta dos consumidores na semana de celebração do Ano Novo Lunar.

    O acompanhamento da evolução dos mercados financeiros, a par da diversificação de investimentos, é um pilar base para a construção de uma carteira de investimentos adequada. Saiba resumidamente o que marcou os diferentes mercados este mês.

    Mercados

    AÇÕES: ambiente de otimismo generalizado dos investidores (crescimento económico melhor do que o esperado e projeções de cortes nas taxas), levaram os principais índices globais a encerrarem o 2º trimestre consecutivo com ganhos, situando-se alguns perto dos máximos históricos. Em março, destaca-se ainda a valorização do S&P 500 Equal Weight (+4,2%), que foi superior ao do Nasdaq 100 (+1,17%), num sinal que pode estar em curso uma rotação de mercado para setores mais baratos.

    OBRIGAÇÕES: mês volátil para as obrigações, com reações à sequência de tendências diversas dos cortes dos juros por parte do Fed e BCE. O saldo final levou à descida das yields da dívida dos dois lados do Atlântico Norte. Na Europa destaque para a continuação da redução do spread da Alemanha face à Itália.

    CÂMBIOS: em março, o dólar manteve-se forte face às principais divisas; as razões foram diversas: i) resiliência da economia dos EUA que poderá adiar os cortes dos juros e a sua magnitude; ii) reforço da possibilidade de o BCE cortar antes do Fed; iii) BoE ter sinalizado cortes dos juros num futuro próximo; iv) BoJ sinalizou manutenção da política expansionista; v) BN Suíço, antecipou-se ao Fed e BCE, cortando os juros em 25 bps.

    MATÉRIAS-PRIMAS: riscos geopolíticos (e.g. ataque da Ucrânia a refinaria russa) beneficiaram o petróleo e ouro (valorização mensal acima dos 4,5% e 9% respetivamente).. O cobre atingiu máximos desde março de 2023, depois das fundições chinesas terem acordado um corte à oferta.

    Partindo da sua análise das condições de mercado a cada momento, o Banco Best estabelece a sua visão/posicionamento para cada classe de ativos. Na produção da presente informação não foram considerados objetivos de investimento, situações financeiras ou necessidades específicos dos clientes, não tendo existido na sua elaboração a adequação da informação a qualquer investidor efetivo ou potencial nem ponderadas circunstâncias especificadas de qualquer investidor efetivo ou potencial. A visão apresentada na presente informação reflete apenas o posicionamento do Banco Best. Não constitui uma recomendação de investimento e não pode servir de base à compra ou venda de ativos nem à realização de quaisquer operações nos mercados financeiros.

    Ligeiramente otimistas

    Ligeiramente
                                                                                        otimistas

    Liquidez

    Obrig. Gov. EUA

    Obrig. Gov. Europa

    Obrig. Investment Grade

    Neutral

    Ligeiramente otimistas

    Obrig. Merc. Emergentes

    Ações EUA

    Ações Europa

    Ações Merc. Emergentes

    Ações Globais

    Investimentos Alternativos

    Obrig. High Yield

    Ligeiramente pessimistas

    Ligeiramente otimistas
    Bea

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