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Novidades

Investir no Ambiente

Economia e ambiente estão hoje mais interligados que nunca. Saber gerir o risco ambiental e tirar partido das oportunidades geradas pela sustentabilidade nesta área vão determinar os vencedores de amanhã.

As nossas escolhas para investir no ambiente.

Simples e direto!
Só decide o tema ambiental que mais lhe interessa:

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Fundos de Investimento.

Os Fundos de Investimento são, por norma, investimentos com gestão ativa em que investe numa carteira de ativos gerido por especialistas, podendo optar por diferentes estratégias.

Rentabilidade atual

Retorno a 1 ano
Retorno a 3 anos
A rentabilidade apenas seria obtida se o investimento fosse efetuado durante a totalidade do período de referência.
Fundos

Simulação

Se em tivesse investido por cada Fundo
0,00€

O retorno num ano seria:
Rentabilidades passadas não garantem rentabilidades futuras. (1)

Os valores de retorno apresentados em moedas diferentes de EUR não estão calculados tendo em conta a taxa de câmbio atual.

Medidas de rendibilidade, calculadas em Euros, sendo a data final a indicada e a data inicial a mesma um ano ou três anos antes.

(1) As rendibilidades divulgadas representam dados passados, não constituindo garantia de rendibilidade futura, porque o valor das Unidades de Participação pode aumentar ou diminuir em função do nível de risco que varia entre 1 (risco mínimo) e 7 (risco máximo). O investimento no organismo de investimento coletivo pode implicar a perda do capital investido.

Os valores divulgados têm implícita a fiscalidade suportada diretamente pelos organismos de investimento coletivo. Na esfera do investidor, pessoa singular ou coletiva, recaem ainda impostos sobre os rendimentos distribuídos e mais-valias obtidas no resgate, conforme regime fiscal em vigor, descrito em detalhe na documentação legal do fundo.

Os valores divulgados têm implícita a fiscalidade suportada diretamente pelos organismos de investimento coletivo. Na esfera do investidor, pessoa singular ou coletiva, recaem ainda impostos sobre os rendimentos distribuídos e mais-valias obtidas no resgate, conforme regime fiscal em vigor, descrito em detalhe na documentação legal do fundo.

Uma redução dos riscos de investimento pode ser alcançada através de uma abrangente diversificação dos investimentos por diferentes classes e tipos de ativos financeiros. O Banco Best considera que uma concentração superior a 15% do património depositado no Banco Best num único ativo financeiro, incluindo a aquisição/subscrição do presente produto, implica um acréscimo dos riscos de investimento.

A presente informação não dispensa a leitura do documento de Informação Fundamental ao Investidor e do Prospeto do fundo de investimento disponível neste site.

A presente comunicação tem um caráter meramente informativo e não deve ser entendida, em nenhuma situação, como uma proposta contratual, nem como uma recomendação de investimento. Eventuais informações sobre instrumentos financeiros têm um caráter padronizado e carecem de verificação das circunstâncias pessoais do investidor no momento da subscrição. Os Clientes deverão informar-se sobre as características do instrumento financeiro apresentado antes de qualquer decisão de investimento.

A informação relativa à identificação dos mercados de negociação e a indicação da forma de cálculo das unidades de participação encontram-se, entre outras, disponíveis no respetivo prospeto.

(2) Este fundo não apresenta histórico para cálculo de 1 ano.

(2) Este fundo não apresenta histórico para cálculo dos 3 anos.

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Água

Quase 70% do planeta é coberto por água, mas apenas 2,5% corresponde a água fresca. A água é um recurso natural vital não só para o consumo humano, mas também para outras atividades, como a agricultura, a indústria e a produção de energia.

A escassez de água é um fator preocupante para a sociedade atual e uma potencial fonte de futuros problemas e até mesmo de guerras entre vários países. Estima-se que em 2030 a procura de água seja 40% superior à oferta. Aliás, a escassez de água, seja causada por fatores económicos, por falta de investimento ou devido aos impactos físicos relacionados com as alterações climáticas, preocupa tanto as economias desenvolvidas como as emergentes, na medida em que compromete não só a população, mas também, a produção de alimentos e a preservação da biosfera.

Assim, sendo a água o sistema de suporte de vida mais importante de todos e não tendo substituto, a sua escassez a par com o forte crescimento da procura a nível mundial traduz-se numa excelente oportunidade de investimento a médio e longo prazo.


No sentido de melhor enquadrar e promover o investimento ESG, o Parlamento Europeu e o Conselho Europeu aprovaram em novembro de 2019, o Regulamento (UE) 2019/208 relativo à divulgação de informações relacionadas com a sustentabilidade no setor dos serviços financeiros. Este visa reduzir as assimetrias de informação no que diz respeito à integração dos riscos em matéria de sustentabilidade, à consideração dos impactos negativos para a sustentabilidade, à promoção de características ambientais ou sociais e do investimento sustentável, obrigando os intervenientes no mercado financeiro e os consultores financeiros a divulgarem informações pré-contratuais e contínuas aos investidores finais. Neste contexto, os fundos e ETF têm de se posicionar numa de 3 categorias: Produtos não ESG, Produtos ESG e Produtos Sustentáveis com Impacto.

A nossa seleção de fundos aqui apresentada posiciona-se como Produtos Sustentáveis com Impacto.

Ecologia

Os investimentos e as atividades económicas devem ter em consideração os limites do planeta, respeitando os processos que regulam a estabilidade e a resiliência dos diferentes ecossistemas da Terra. Tal cobre temas tão abrangentes como a mudança climática, a perda da integridade da biosfera, alterações nos solos e dos ciclos bioquímicos.

No âmbito das alterações climáticas provocadas pela ação humana, temos não só as manifestações locais (por exemplo: eventos climatéricos extremos, cada vez mais frequentes e mais intensos) como os impactos globais (por exemplo: a subida generalizada das temperaturas médias e a subida no nível da água do mar), provocadas essencialmente pelo aumento das emissões dos gases de estufa.

A assinatura do Acordo de Paris em 2015 trouxe ainda mais para o centro da agenda o tema da Ecologia. Trata-se de um tratado no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima, em que os vários países signatários comprometeram-se a implementar um conjunto de medidas para limitar o aquecimento global abaixo dos 2ºC acima dos nível pré-industrial e limitar o aumento em 1,5ºC até ao fim do século. Este objetivo só será alcançável envolvendo toda a sociedade, isto é, governos, entidades supranacionais, empresas, universidades e indivíduos.

Baseados na inovação e no desenvolvimento tecnológico, os esforços de mitigação das alterações climáticas abarcam soluções que envolvem, por um lado a redução das emissões dos gases de estufa, e por outro, o aumento das reservas naturais que permitem ao planeta recuperar dessas emissões, como as florestas. Assim, são estratégias de sustentabilidade ambiental:

  • o desenvolvimento das energias renováveis;
  • a construção de edifícios mais eficientes em termos energéticos;
  • a adoção de soluções de transportes e de infraestruturas mais eficientes, nomeadamente no desenho das cidades (p. ex. veículos elétricos, rede de transportes públicos integrados);
  • uma melhor gestão do uso da terra e da floresta;
  • a melhoria das plantações e da gestão dos solos, enquanto fonte de armazenamento de carbono;
  • a redução de emissões de carbono;
  • a transformação da atividade industrial, de forma a torná-la mais eficiente em termos de utilização de recursos naturais e de energia.



No sentido de melhor enquadrar e promover o investimento ESG, o Parlamento Europeu e o Conselho Europeu aprovaram em novembro de 2019, o Regulamento (UE) 2019/208 relativo à divulgação de informações relacionadas com a sustentabilidade no setor dos serviços financeiros. Este visa reduzir as assimetrias de informação no que diz respeito à integração dos riscos em matéria de sustentabilidade, à consideração dos impactos negativos para a sustentabilidade, à promoção de características ambientais ou sociais e do investimento sustentável, obrigando os intervenientes no mercado financeiro e os consultores financeiros a divulgarem informações pré-contratuais e contínuas aos investidores finais. Neste contexto, os fundos e ETF têm de se posicionar numa de 3 categorias: Produtos não ESG, Produtos ESG e Produtos Sustentáveis com Impacto.

A nossa seleção de fundos aqui apresentada posiciona-se como Produtos Sustentáveis com Impacto.

Energias Alternativas e Transição Energética

Na Assembleia Geral da ONU em 2020, os países comprometeram-se a atingir o seu pico de emissões de CO2 antes de 2030 e alcançar a neutralidade carbónica antes de 2060, um objetivo definido para impor o ritmo para os próximos cinco anos e nos subsequentes. Assim, os esforços para incorporar ainda mais as considerações ambientais na economia já estão em marcha.


Global investment in energy transition by country, 2020

Fonte: BloombergNEF



A inovação e o desenvolvimento tecnológico são atores fundamentais neste desígnio global de aposta nas energias alternativas (principalmente eólica, solar e biocombustíveis), na transição energética e na melhor utilização (eficiência) dos recursos naturais.


No sentido de melhor enquadrar e promover o investimento ESG, o Parlamento Europeu e o Conselho Europeu aprovaram em novembro de 2019, o Regulamento (UE) 2019/208 relativo à divulgação de informações relacionadas com a sustentabilidade no setor dos serviços financeiros. Este visa reduzir as assimetrias de informação no que diz respeito à integração dos riscos em matéria de sustentabilidade, à consideração dos impactos negativos para a sustentabilidade, à promoção de características ambientais ou sociais e do investimento sustentável, obrigando os intervenientes no mercado financeiro e os consultores financeiros a divulgarem informações pré-contratuais e contínuas aos investidores finais. Neste contexto, os fundos e ETF têm de se posicionar numa de 3 categorias: Produtos não ESG, Produtos ESG e Produtos Sustentáveis com Impacto.

A nossa seleção de fundos aqui apresentada posiciona-se como Produtos Sustentáveis com Impacto.

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