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Tendências

5G rumo ao 7G, revolução na mobilidade e IA.

Invista em Tecnologia

As nossas escolhas de investimento para si a partir de 20€

Simples e direto! Só decide como o seu investimento será gerido:

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Conhece a diferença entre Fundos e ETF?

Os Fundos de Investimento são, por norma, investimentos com gestão ativa em que investe numa carteira de ativos gerido por especialistas, podendo optar por diferentes estratégias.
Um ETF (Exchange Traded Funds) investe em réplicas de índices, não havendo intervenção na escolha dos ativos por parte de um gestor, pelo que são considerados de gestão passiva.
Por norma, dado que os fundos têm gestão ativa, a comissão de gestão dos fundos é mais elevada que a dos ETFs. Como os ETFs são cotados em mercado, têm custos de transação na sua compra e venda.

Rentabilidade atual

Retorno a 1 ano
Retorno a 3 anos
A rentabilidade apenas seria obtida se o investimento fosse efetuado durante a totalidade do período de referência.
Fundos
ETF

Simulação

Se em tivesse investido por cada Fundo e ETF
0,00€

O retorno num ano seria:
Rentabilidades passadas não garantem rentabilidades futuras. (1)

Os valores de retorno apresentados em moedas diferentes de EUR não estão calculados tendo em conta a taxa de câmbio atual.

Medidas de rendibilidade, calculadas em Euros, sendo a data final a indicada e a data inicial a mesma um ano ou três anos antes.

(1) As rendibilidades divulgadas representam dados passados, não constituindo garantia de rendibilidade futura, porque o valor das Unidades de Participação pode aumentar ou diminuir em função do nível de risco que varia entre 1 (risco mínimo) e 7 (risco máximo). O investimento no organismo de investimento coletivo pode implicar a perda do capital investido.

Os valores divulgados têm implícita a fiscalidade suportada diretamente pelos organismos de investimento coletivo. Na esfera do investidor, pessoa singular ou coletiva, recaem ainda impostos sobre os rendimentos distribuídos e mais-valias obtidas no resgate, conforme regime fiscal em vigor, descrito em detalhe na documentação legal do fundo.

Uma redução dos riscos de investimento pode ser alcançada através de uma abrangente diversificação dos investimentos por diferentes classes e tipos de ativos financeiros. O Banco Best considera que uma concentração superior a 15% do património depositado no Banco Best num único ativo financeiro, incluindo a aquisição/subscrição do presente produto, implica um acréscimo dos riscos de investimento.

A presente informação não dispensa a leitura do documento de Informação Fundamental ao Investidor e do Prospeto do fundo de investimento disponível neste site.

A presente comunicação tem um caráter meramente informativo e não deve ser entendida, em nenhuma situação, como uma proposta contratual, nem como uma recomendação de investimento. Eventuais informações sobre instrumentos financeiros têm um caráter padronizado e carecem de verificação das circunstâncias pessoais do investidor no momento da subscrição. Os Clientes deverão informar-se sobre as características do instrumento financeiro apresentado antes de qualquer decisão de investimento.

A informação relativa à identificação dos mercados de negociação e a indicação da forma de cálculo das unidades de participação encontram-se, entre outras, disponíveis no respetivo prospeto.

(2) Este fundo/ETF não apresenta histórico para cálculo de 1 ano.

(2) Este fundo/ETF não apresenta histórico para cálculo dos 3 anos.

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Homo Digitalis: Investir no futuro tecnológico

A procura por soluções de investimento associadas às tecnologias disruptivas tem vindo a aumentar. Estima-se que a robótica e a inteligência artificial disparem nos próximos anos.

Está em curso um processo de transição do “Homo Economicus” para o “Homo digitalis”. Cenários futuristas de muitos filmes de ficção científica vão tornar-se uma realidade.
Carros autónomos, cidades inteligentes, hologramas, interfaces cérebro-computacionais, realidade virtual, realidade aumentada e todos os objetos ligados entre si naquilo a que se designou de internet das coisas (IOT, na sigla inglesa), são apenas algumas tendências que o Covid-19 veio acelerar.
Estão abertas as portas para um mundo inimaginável!

A tecnologia em números:

De acordo com um estudo da Accenture, as receitas geradas pela inteligência artificial deverão alcançar os 37 mil milhões de dólares em 2025. O Deutsche Bank prevê que a indústria da “internet das coisas” envolva 661,7 mil milhões de dólares em 2021 e os analistas da IDC antecipam que a despesa mundial com estas tecnologias chegue aos 1,2 biliões de dólares em 2022. A impressão 3D pode permitir níveis sem precedentes de personalização em massa (incluindo a impressão personalizada dos principais órgãos humanos) e reduzir drasticamente o custo das cadeias de distribuição, gerando um impacto económico anual estimado de 230 a 550 mil milhões de dólares até 2025. Já a Goldman Sachs estima que a indústria da realidade virtual e realidade aumentada corresponda a um mercado de 80 mil milhões de dólares em 2025.




Montantes elevados que traduzem bem uma realidade em rápida transformação que acarreta riscos, mas também oportunidades. Trata-se de uma das cinco tendências que identificámos na nossa última publicação “Covid-19: E Depois?” que maior impacto sócio-económico irá causar, fundamentalmente, pelas mudanças que implicará na própria visão do mundo como o conhecemos hoje.

A indústria da realidade virtual e realidade aumentada corresponderá a um mercado de 80 mil milhões de dólares em 2025.

O que nos reserva o futuro?

A aspiração de conhecer e prever o futuro é tão antiga quanto a própria humanidade. Na antiguidade utilizavam a observação do céu e os oráculos para, de forma aleatória, muitas vezes através da sorte, tentarem fazer a previsão do futuro. Afinal, e como resumiu o filósofo alemão Friedrich Nietzsche, “o futuro influencia o presente tanto quanto o passado”.

É essa tentativa de prever, com uma abordagem científica, o futuro mais ou menos remoto da humanidade, tendo como objetivo abordar os vários cenários possíveis, que nos permite proclamar um processo de transição em curso do “Homo Economicus” para o “Homo Digitalis”.

Carros autónomos, cidades inteligentes, hologramas, interfaces cérebro-computacionais, realidade virtual, realidade aumentada, óculos inteligentes e todos os objetos ligados entre si naquilo a que se designou de “internet das coisas” (IoT sigla inglesa para “Internet of Things”), são apenas algumas tendências esperadas para a conectividade. Estes conceitos estão presentes desde as coisas mais simples, como o sistema de segurança de casa ligado ao computador, até outras mais complexas, como utilizar robôs em cirurgias assistidas por computadores ou mesmo investir com base em modelos algorítmicos.

Fonte: Bloomberg, Frost and Sullivan Analysis

Um pouco entusiasmados por notícias em torno de um futuro tecnológico com cidades inteligentes, carros autónomos, assistentes virtuais dotadas de inteligência artificial com a qual já hoje se pode interagir como o Siri da Apple, o Google Home, o Amazon Alexa, além de muitas outras novidades que têm sido constantemente anunciadas, os investidores têm vindo a procurar de forma mais evidente soluções de investimento associadas à tecnologia e mais especificamente com robótica e inteligência artificial. O investimento neste tipo de tecnologias disruptivas, traduz-se numa forma diferente de olhar para o mercado, e estima-se que dispare nos próximos anos.

Saiba que cuidados a ter na constituição da sua carteira de investimentos:

  • 5G rumo ao 7G
  • Revolução na Mobilidade
  • Inteligência Artificial
  • Com o 5G a dar os primeiros passos daqui a 20 anos, estaremos já todos a falar do 7G rumo a um mundo totalmente conectado sem fios.

    A quinta geração móvel será a peça-chave para que todos os objetos que nos rodeiam possam comunicar entre si. O desenvolvimento exponencial de soluções de IoT, computação em nuvem e realidade virtual constituem um passo firme rumo às cidades inteligentes, carros autónomos, interfaces cérebro-computacionais, entre outros, e abrirá campo para mudanças tão radicais que são impossíveis de prever.

    A 5ª Geração de Comunicações Móveis, vulgo 5G, é o próximo passo evolutivo para a banda larga sem fio. Trata-se de uma evolução das redes 1G (criado em 1980), 2G (de 1990), 3G (de 2000) e 4G (de 2010) e permitirá proporcionar uma melhor experiência de utilização em termos de velocidade (até 10x superior ao 4G), menor latência (numa primeira fase até metade do valor em 4G) e maior densidade de equipamentos por quilómetro quadrado, especialmente aplicável a sensores e terminais de “internet das coisas” (IoT sigla inglesa para “Internet of Things”), alcançando altíssimos padrões de velocidade de conexão e de usuários simultâneos.

    A quinta geração móvel será a peça-chave para que todos os objetos que nos rodeiam possam comunicar entre si. O desenvolvimento exponencial de soluções de IoT, computação em nuvem e realidade virtual constituem um passo firme rumo às cidades inteligentes e abrirá o campo para o surgimento de novas aplicações e serviços. As mudanças são tantas que são impossíveis de prever.

    O 5G deve suportar um milhão de dispositivos conectados por km2, o que corresponde a um aumento até 1.000 vezes a densidade atual.

    A quinta geração móvel será a peça-chave para que todos os objetos que nos rodeiam possam comunicar entre si. O desenvolvimento exponencial de soluções de IoT, computação em nuvem e realidade virtual constituem um passo firme rumo às cidades inteligentes e abrirá o campo para o surgimento de novas aplicações e serviços. As mudanças são tantas que são impossíveis de prever.

    De acordo com a União Internacional das Telecomunicações (UIT), que já estabeleceu padrões genéricos para o 5G no documento IMT-2020, o 5G deve suportar pelo menos um milhão de dispositivos conectados por quilómetro quadrado (corresponde a um aumento de 100 a 1000 vezes a densidade atual). O aumento do número de aparelhos conectados por área possibilitará uma enorme ampliação da tendência mundial da “internet das coisas”. Sistemas de iluminação pública e residencial, smartphones, smartwatches, eletrodomésticos, dispositivos de monitoramento, sensores de presença, frequencímetros cardíacos, centrais de segurança, caixas de supermercados, sensores meteorológicos e muitos outros dispositivos poderão conectar-se mutuamente por meio desta tecnologia. A tendência é que o 5G possa, no futuro próximo, substituir as redes residenciais de Wi-Fi.

    Características:

    - De acordo com a União Internacional das Telecomunicações (UIT), que já estabeleceu padrões genéricos para o 5G no documento IMT-2020, o 5G deve suportar pelo menos um milhão de dispositivos conectados por quilómetro quadrado (corresponde a um aumento de 100 a 1000 vezes a densidade atual). O aumento do número de aparelhos conectados por área possibilitará uma enorme ampliação da tendência mundial da “internet das coisas”. Sistemas de iluminação pública e residencial, smartphones, smartwatches, eletrodomésticos, dispositivos de monitoramento, sensores de presença, frequencímetros cardíacos, centrais de segurança, caixas de supermercados, sensores meteorológicos e muitos outros dispositivos poderão conectar-se mutuamente por meio desta tecnologia. A tendência é que o 5G possa, no futuro próximo, substituir as redes residenciais de Wi-Fi.
    - Os tempos de conexão entre aparelhos móveis devem ser inferiores a 5 ms (milissegundos), face à latência de 30 ms das redes 4G;
    - O número de aparelhos conectados por área devem ser 50 a 100 vezes maior que o atual;
    - Devem ser realizados aumentos drásticos na duração da bateria de dispositivos rádio recetores.

    Mas o que é realmente empolgante são todos os serviços novos que serão criados e que ainda não podemos prever. Imagine-se uma profusão de drones em missões de busca e salvamento, avaliação de incêndios e monitorização de tráfego, todos a comunicar sem fios uns com os outros. Esta nova tecnologia será também crucial para que veículos autónomos comuniquem entre si, leiam mapas e dados de tráfego em tempo real.

    O 6G permiterá uma velocidade até 10x mais rápida do que o 5G.

    Com a implantação do 5G a arrancar este ano, espera-se que o seu pleno funcionamento ocorra apenas por volta de 2025. Entretanto, a China já anunciou publicamente que está a trabalhar na sexta geração de redes móveis (6G) com o objetivo de alcançar uma velocidade de conexão de 1 Tb/s, operando no espetro de frequência de 1 THz, algo que ainda não é possível. Tal permitirá uma capacidade de transmissão de dados a uma velocidade até 10 vezes mais rápida do que a implementada com o 5G.

    Para isso, fabricantes, operadoras e agências de telecomunicações terão que investir em novas tecnologias para processadores, componentes, fornecedores de energia, antenas e retransmissores, além de que toda a infraestrutura terá que ser adaptada para receber o 6G. Ou seja, é um trabalho lento, complexo e muito dispendioso.

    Os analistas estimam de forma conservadora os seguintes prazos: 2020 para o 5G; 2030 para o 6G e 2040 para o 7G.

    A sétima geração de redes móveis (7G) será o padrão mundial da tecnologia de comunicação sem fios que visa adquirir espaço de roaming e provavelmente será, pelo menos, 100 mil vezes mais rápida do que a tecnologia 5G. Teremos um mundo totalmente conectado sem fios, exigindo o acesso ininterrupto às informações a qualquer hora e em qualquer lugar com melhor qualidade, alta velocidade, maior largura de banda e redução de custo.

    A indústria automóvel caminha, a passos largos, para um novo paradigma que determinará a entrada dos titãs da tecnologia no mercado.

    As principais construtoras mundiais precisam deixar de se posicionar como meros fabricantes de automóveis, para se posicionarem também como empresas de software. A questão é simples: ou se adaptam ou perdem espaço para os titãs da tecnologia, como Google, Uber e Apple que desenvolvem protótipos e testam carros totalmente autónomos.

    Os fabricantes automóveis vão ter de explorar modelos de negócios inovadores, a fim de gerar novas fontes de lucro , tais como aplicações telemáticas ou de conectividade ou media, sob pedido, para os veículos.

    A indústria automóvel é um dos setores mais avançados no domínio da robotização. A quase totalidade das fábricas de automóveis estão equipadas com tecnologia de automação.

    A integração de sistemas de IT no processo de planeamento e produção automóvel oferece uma vantagem significativa na produção industrial e faz aumentar a respetiva competitividade. A crescente interação entre hardware e software que se tem vindo a intensificar ao longo de toda a cadeia de valor ganha, cada vez mais, novos contornos. A mais recente aposta do setor para melhorar os seus resultados financeiros incide, precisamente, na denominada “internet das coisas” (IoT). Esta tecnologia, vai permitir ao condutor transacionar nos mercados financeiros, efetuar reservas de viagens, restaurantes, hotéis e afins, fazer download de filmes ou mesmo vigiar a sua casa através de uma câmara instalada no interior do seu veículo, entre muitas outras opções.

    O futuro da mobilidade irá passar pelo efeito de partilha, pelo crescimento de serviços como Uber, Lyft e outras startups e pela aposta, cada vez maior, nos carros autónomos.

    Estima-se que nos Estados Unidos já circulam mais de 40 milhões de automóveis conectados à IoT, sendo que os construtores europeus ainda revelam um ligeiro atraso, no que diz respeito ao acesso à Internet no interior dos seus automóveis. Tal poderá explicar-se pelo elevado nível de investimento que é necessário realizar face a níveis de retorno ainda moderados. Mas a realidade é que esta tecnologia tenderá a massificar-se há semelhança de muitos outros itens que outrora também eram considerados de luxo, como o GPS, ar condicionado, Air Bag, painéis de controlo touchscreen, travões ABS, entre muitos outros.

    A indústria automóvel caminha, a passos largos, para um novo paradigma que determinará a entrada de novos e sofisticados players no mercado. Muitas empresas de tecnologia pretendem investir e “abocanhar” uma grande fatia deste setor, pelo que as principais construtoras mundiais precisam deixar de se posicionar como meros fabricantes de automóveis, para se posicionarem também como empresas de software. A questão é simples: ou se adaptam ou perdem espaço para os titãs da tecnologia, como Google, Uber e Apple que desenvolvem protótipos e testam carros totalmente autónomos.

    Os fabricantes de automoveis tem que explorar novos modelos de negócio inovadores, para gerar novas fontes de receita.

    E isto é só o começo, já que a tendência aponta para viagens de carro a pedido, dispensando a necessidade de possuir viatura própria. O que está a obrigar os fabricantes automóveis a explorar modelos de negócios inovadores, a fim de gerar novas fontes de receita, tais como aplicações telemáticas ou serviços de conectividade ou media, sob pedido, para os veículos.

    A indústria automóvel vai tornar-se numa indústria de mobilidade, com a partilha de automóvel, o crescimento de serviços de mobilidade como Uber, Lyft e outras startups, com cada vez mais importância, além da forte aposta nos carros autónomos. Mas, atenção, não basta só a tecnologia estar pronta. Há ainda um muro de questões legais e regulamentares que tem de ser transposto.

    São softwares e robôs que operam com uma lógica semelhante ao raciocínio, o que permite a sua crescente utilização na tomada de decisões em áreas sensíveis como a educação, emprego, saúde ou no sistema financeiro.

    A convergência de Inteligência Artificial, Machine Learning, ciência de dados, Big Data, Blockchain, robótica, nuvem e “internet das coisas” (IoT) irá revolucionar a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos.

    IA em números:

    De acordo com um estudo da Accenture and Frontier Economics, o mercado de IA está em rápido crescimento e deverá atingir os 36,8 mil milhões de euros em 2025. A consultora estima que a IA pode, per si, duplicar a taxa de crescimento económico anual em 2035 e que o impacto das tecnologias de IA nas empresas aumente a produtividade laboral até 40%. Já a McKinsey estima que 50% dos trabalhos realizados atualmente podem ser automatizados e prevê que, até 2030, cerca de 30% de todos os trabalhadores sejam potencialmente deslocados decorrente dos progressos da inteligência artificial. Um relatório do Fórum Económico Mundial (WEF) publicado em Davos, indica que o processo de desenvolvimento da robótica, da IA e da biotecnologia deve eliminar 7,1 milhões de emprego durante os próximos cinco anos.

    Como vai mudar a nossa vida?

    A inteligência artificial (IA) chegou à nossa vida, num caminho sem retorno. A convergência de Inteligência Artificial, Machine Learning, ciência de dados, Big Data, Blockchain, robótica, nuvem e “internet das coisas” (IoT) irá revolucionar a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Robôs integrados em sistemas ciberfísicos responsáveis por uma transformação radical pela convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas. Por meio da análise de milhões de dados, as máquinas são capazes de perceber variáveis, tomar decisões e resolver problemas. São softwares e robôs que operam em uma lógica semelhante ao raciocínio, o que permite a sua crescente utilização na tomada de decisões em áreas sensíveis como a educação, emprego, saúde ou no sistema financeiro.

    O mercado de IA está em rápido crescimento e deverá atingir os 36,8 mil milhões de euros em 2025.

    De acordo com um estudo da Accenture and Frontier Economics, o mercado de IA está em rápido crescimento e deverá atingir os 36,8 mil milhões de euros em 2025.

    Um sistema de IA, além de ser capaz de armazenar e manipular dados, consegue também adquirir, representar e manipular conhecimento. Esta manipulação diz respeito à capacidade de deduzir ou inferir novos conhecimentos a partir do conhecimento existente e de utilizar métodos de representação e manipulação para resolver problemas complexos. Nos EUA, por exemplo, a maioria dos tribunais já utiliza o “pre-trial risk assessment” para definir o valor da fiança dos detidos. Estamos a falar de decisões que anteriormente eram tomadas exclusivamente por pessoas e que agora são diretamente influenciadas pela IA.

    Robótica, IA e biotecnologia deve eliminar 7,1 milhões de emprego durante os próximos cinco anos.

    Também a área de reconhecimento facial tem evoluído bastante com a utilização de algoritmos de IA, permitindo confirmar a identificação de uma pessoa através de uma imagem ou vídeo, comparando com os rostos disponíveis em um banco de dados. Outro campo da IA já muito utilizado nos nossos dias é a chamada visão computacional, que procura desenvolver técnicas para ajudar os computadores a “ver” e “entender” o conteúdo de imagens digitais, permitindo reconhecimento e classificação de objetos em tempo real, sendo utilizadas nas mais diversas funções como análise de imagens em medicina, segurança em automóveis, vigilância patrimonial e inspeção de máquinas na indústria.

    A aplicação da IA na indústria é igualmente vasta. Vai desde o reconhecimento automático de alvos em caso de uso militar ao reconhecimento de carateres associado à escrita inteligente, passando pela robótica, capacidade de diagnóstico médico e resposta em tempo real, processamento de voz, biometria e muitas outras áreas.

    Segundo um estudo da Accenture, a IA pode, per si, duplicar a taxa de crescimento económico anual em 2035 ao alterar a natureza do trabalho e ao criar uma nova relação entre o Homem e as máquinas. É previsto que o impacto das tecnologias de IA nas empresas aumente a produtividade laboral até 40% e permita aos trabalhadores utilizar o seu tempo de forma mais eficiente. Mas o reverso da medalha poderá consistir no desaparecimento de milhões de postos de trabalho.

    Estudo estima que 50% dos trabalhos realizados atualmente podem ser automatizados.

    IA em números:

    Um estudo sobre o futuro do mercado de trabalho, da autoria da McKinsey, estima que 50% dos trabalhos realizados atualmente podem ser automatizados e prevê que, até 2030, cerca de 30% de todos os trabalhadores sejam potencialmente deslocados decorrente dos progressos da inteligência artificial. Já um relatório do Fórum Económico Mundial (WEF) publicado em Davos, indica que o processo de desenvolvimento da robótica, da IA e da biotecnologia deve eliminar 7,1 milhões de emprego durante os próximos cinco anos.

    A mão-de-obra do setor industrial será uma grande vítima da revolução em curso. Até há pouco tempo, os robôs não eram hábeis o suficiente para fazer certos trabalhos minuciosos como, por exemplo, instalar placas de circuito. A última geração de robôs industriais já revela um impressionante nível de precisão.

    Com os avanços na IA, qualquer trabalho que exija a análise de grandes quantidades de informações pode ser feito melhor e de forma mais rápida por computadores do que por humanos. Tal engloba várias profissões como avaliador de seguros, contabilistas, profissionais de avaliação financeira, entre outras, cujas respetivas funções passam a ser desempenhadas por algoritmos.

    Mas a maior vaga de desemprego, segundo estudos sobre o tema, advirá dos veículos autónomos. Ao proporcionarem um enorme benefício ao reduzir os acidentes de trânsito, um menor consumo de energia e menores congestionamentos, tornando o tempo mais produtivo, irão também eliminar milhões de postos de trabalho de taxistas, motoristas e camionistas.

    O futuro com menor nível de emprego irá, por certo, criar profundos problemas sociais, mas também poderá despoletar um conjunto de novas oportunidades. A redução do número de horas de trabalho semanais, o aumento do tempo disponível para a família e lazer ou para obter mais conhecimento, poderá promover a expansão de outras industrias, como o turismo e a indústria de lazer, gerando novos postos de trabalho. Cerca de um terço dos novos empregos nos EUA, eram, de acordo com um relatório da McKinsey, inexistentes há 25 anos.

    Estamos a entrar numa nova dimensão que consiste na convergência dos grandes avanços tecnológicos numa só plataforma para gerar um robô mais próximo das capacidades humanas, abrindo possibilidades inimagináveis.

    O seu atual estágio é o resultado de uma nova combinação e de novas sinergias entre tecnologias já existentes e, ao mesmo tempo, dos próprios produtos e das máquinas para os fazer: nanotecnologias, neurotecnologias, robôs, inteligência artificial, biotecnologia, sistemas de armazenamento de energia, drones, impressoras 3D, carros autónomos, entre muitos outros.

    A proliferação da inteligência artificial exige, portanto, muita reflexão e muita atenção para que a técnica não se divorcie da ética. Perante dilemas éticos e morais envolvendo a inteligência artificial, impõe-se uma permanente intervenção humana por forma a garantir que potenciais danos colaterais sejam minimizados ou mesmo, no melhor dos casos, eliminados. A discussão sobre a otimização da relação e cooperação entre humanos e máquinas irá ser uma constante nos próximos tempos.

    Tecnologia: Porquê agora? 4 razões que sustentam a nossa seleção.

    1.Maior resiliência:

    O setor tecnológico superou o mercado de ações no mês de março, com o MSCI ACWI IT Index a registar uma queda de 9,7%. No primeiro trimestre do ano, o setor caiu 13,8%, apresentando a segunda melhor performance e perdendo apenas para o setor da saúde. Após os últimos sete maiores “selloffs” do mercado, alguns setores recuperaram mais rapidamente do que outros, sendo o setor de IT o que registou o melhor desempenho relativo ao superar em + 23% o mercado em geral.

    2. Bons fundamentais para enfrentar a crise:

    O setor está preparado e apresenta bons fundamentais, o que se revela relevante para ajudar a ultrapassar a crise. Possui a menor alavancagem de todos os setores do S&P 500, balanços saudáveis com níveis de caixa acima da média e apresenta um histórico de ganhos incomparáveis.

    3. Diversificação e elevada capitalização:

    O setor é composto por um conjunto diversificado de mais de 1.200 empresas, com um valor de mercado total de cerca de 15 biliões de dólares. Além de que, segundo a BlackRock, há um grande número de empresas privadas (cerca de 120 nos EUA) avaliadas em mais de mil milhões de dólares que, provavelmente, poderão vir a ser cotadas. No âmbito das quais podemos encontrar empresas a operar em 6 subsetores: Hardware, Semicondutores, Internet, Serviços, Software, Jogos e Data Center.

    4. Acesso a fatores de mudança e tecnologias disruptivas:

    Oferece uma oportunidade de investir em muitas das tecnologias que vão moldar o futuro e tem sido responsável por uma das mais inovadoras histórias de crescimento da humanidade: Inteligência artificial, computação na nuvem, “internet das coisas”, 5G, robotização, veículos autónomos, realidade virtual, realidade aumentada, entre muitos outros, inserindo-se todas elas em megatendências com fortes impactos sócio-económicos que prometem revolucionar a nossa vida no futuro não muito distante.

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