Banco Best – Innovative & Award Winning One-Stop-Shop Website For Online Financial Services| High-Yield Savings & Online Banking | Funds, ETFs & Certificates | Stocks, Warrants, Forex, CFDs & Futures | Banco Best. Ao lado de quem vai à frente.
 
Ignorar ligação
Ignorar ligação
Ignorar ligação

O século da Ásia

A ascensão económica e tecnológica da Ásia está a moldar o século XXI. A região lidera em inovação e produção industrial, digitalização e investimento em I&D, tornando-se no novo epicentro do crescimento global.

Invista no futuro asiático.

Descubra as nossas escolhas de investimento para si:

show-more

Conhece a diferença entre Fundos e ETF?

Os Fundos de Investimento são, por norma, investimentos com gestão ativa em que investe numa carteira de ativos gerido por especialistas, podendo optar por diferentes estratégias.
Um ETF (Exchange Traded Funds) investe em réplicas de índices, não havendo intervenção na escolha dos ativos por parte de um gestor, pelo que são considerados de gestão passiva.
Por norma, dado que os fundos têm gestão ativa, a comissão de gestão dos fundos é mais elevada que a dos ETFs. Como os ETFs são cotados em mercado, têm custos de transação na sua compra e venda.

Rentabilidade atual

Retorno a 1 ano
Retorno a 3 anos
A rentabilidade apenas seria obtida se o investimento fosse efetuado durante a totalidade do período de referência.
Fundos
ETF

Simulação

Se em tivesse investido por cada Fundo e ETF
0,00€

O retorno num ano seria:
Rentabilidades passadas não garantem rentabilidades futuras. (1)

Os valores de retorno apresentados em moedas diferentes de EUR não estão calculados tendo em conta a taxa de câmbio atual.

Medidas de rendibilidade, calculadas em Euros, sendo a data final a indicada e a data inicial a mesma um ano ou três anos antes.

(1) As rendibilidades divulgadas representam dados passados, não constituindo garantia de rendibilidade futura, porque o valor das Unidades de Participação pode aumentar ou diminuir em função do nível de risco que varia entre 1 (risco mínimo) e 7 (risco máximo). O investimento no organismo de investimento coletivo pode implicar a perda do capital investido.

Os valores divulgados têm implícita a fiscalidade suportada diretamente pelos organismos de investimento coletivo. Na esfera do investidor, pessoa singular ou coletiva, recaem ainda impostos sobre os rendimentos distribuídos e mais-valias obtidas no resgate, conforme regime fiscal em vigor, descrito em detalhe na documentação legal do fundo.

Uma redução dos riscos de investimento pode ser alcançada através de uma abrangente diversificação dos investimentos por diferentes classes e tipos de ativos financeiros. O Banco Best considera que uma concentração superior a 15% do património depositado no Banco Best num único ativo financeiro, incluindo a aquisição/subscrição do presente produto, implica um acréscimo dos riscos de investimento.

A presente informação não dispensa a leitura do Documento de Informação Fundamental e do Prospeto do fundo de investimento disponível neste site, bem como no sitio web da Sociedade Gestora*.

A presente comunicação tem um caráter meramente informativo e não deve ser entendida, em nenhuma situação, como uma proposta contratual, nem como uma recomendação de investimento. Eventuais informações sobre instrumentos financeiros têm um caráter padronizado e carecem de verificação das circunstâncias pessoais do investidor no momento da subscrição. Os Clientes deverão informar-se sobre as características do instrumento financeiro apresentado antes de qualquer decisão de investimento.

A informação relativa à identificação dos mercados de negociação e a indicação da forma de cálculo das unidades de participação encontram-se, entre outras, disponíveis no respetivo prospeto.

(2) Este fundo/ETF não apresenta histórico para cálculo de 1 ano.

(2) Este fundo/ETF não apresenta histórico para cálculo dos 3 anos.

Fundos selecionados: 0
Comprar

O motor económico do século XXI já arrancou

A Ásia consolidou-se em 2025 como o verdadeiro centro gravitacional da economia global. Segundo estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI), o continente representa cerca de 36,9% do PIB mundial em termos nominais (aproximadamente USD 42,6 triliões) e 48,9–49,2% em termos de Paridade do Poder de compra (PPP) (cerca de USD 100 triliões), superando largamente os valores de 2000. Este peso económico crescente sustenta a previsão de que a Ásia ultrapasse os 50% do PIB global em PPP até ao início da década de 2040, com cerca de 40% do consumo global concentrado na região.

“Em paridade de poder de compra, a China lidera superando o PIB dos EUA em mais de 10 triliões.”

A ascensão da China continua a ser um dos pilares deste realinhamento global. Em 2025, o PIB nominal chinês é estimado em USD 19,3 triliões, enquanto o dos EUA é de USD 30,5 triliões — o que coloca os EUA à frente nominalmente por um fator de 1,6 vezes. Em paridade do poder de compra (PPP), no entanto, a China lidera com cerca de USD 40,7 triliões contra os USD 30,5 triliões dos EUA, representando uma vantagem de aproximadamente USD 10,2 triliões.


Já a Índia emerge como terceiro motor global da economia em PPP e quarto em nominal. Estima-se que em 2025 o seu PIB nominal roce os USD 4,19 triliões, com o PIB em PPP atingindo cerca de USD 17,65 triliões — consolidando-a como terceira maior economia por PPP. Apesar do PIB per capita permanecer relativamente baixo (aproximadamente USD 2.878 nominal e USD 12.132 PPP), a economia indiana cresce robustamente (6,4% em 2025, após 7,2% em 2024), com inflação atingindo um mínimo histórico de 2,10% em junho de 2025.

“Ásia regista progressos substanciais em educação, saúde, digitalização e inclusão social.”

Paralelamente ao vigor económico, a Ásia regista progressos substanciais em educação, saúde, digitalização e inclusão social. Economias como Indonésia, Vietname e Filipinas melhoraram significativamente o seu Índice de Desenvolvimento Humano, enquanto países como Coreia do Sul, Singapura e Japão mantêm liderança global em desempenho educativo e longevidade — fatores que sustentam oportunidades de investimento em sectores novos e emergentes.

No quadrante da sustentabilidade, os investimentos ESG na Ásia estão a crescer rapidamente. Estima-se que os ativos em ETFs com foco ESG representem atualmente uma fatia relevante do mercado regional, com destaque para o Japão, que lidera em regulamentação e adoção institucional de práticas sustentáveis. A China, por sua vez, tem ganho protagonismo como maior emissor mundial de obrigações verdes e impulsiona o crescimento regional, com analistas a preverem uma expansão expressiva dos ativos sustentáveis. Estudos indicam que a Ásia poderá assistir a um crescimento superior a 18 % nos ativos ESG, com a China a posicionar-se na vanguarda deste movimento.

O investimento em inovação tecnológica já representa mais de 44% do total global em I&D, e a China está próxima de ultrapassar os EUA como maior investidor neste sector. Japão, Coreia do Sul, Singapura e Hong Kong continuam a ser centros de excelência em tecnologia, enquanto Índia, Malásia e Vietname avançam com rapidez em digitalização, automação e capacidades científicas. Projeta-se que a Ásia possa representar mais de 50% do total global de I&D até 2030.

“A RCEP criou a maior zona de comércio livre do mundo, cobrindo mais de 30% do PIB global.”

A assinatura da Parceria Económica Regional Abrangente (RCEP) em 15 de novembro de 2020, envolvendo 15 países da Ásia Pacífico (ASEAN + China, Japão, Coreia do Sul, Austrália, Nova Zelândia), criou a maior zona de livre comércio do mundo — uma área com cerca de 30% do PIB global (USD 29–30 triliões em 2025) e mais de 2,2 mil milhões de habitantes. O pacto prevê a eliminação de tarifas ao longo de 20 anos, regras uniformes de origem e liberalização dos serviços, com potencial de adicionar até USD 200 mil milhões ao PIB global até 2030.

Embora a Índia tenha decidido não integrar a RCEP em 2019 devido a preocupações em relação à competitividade da sua indústria doméstica, existe abertura futura ao seu ingresso, com conversações em curso para atender às suas sensibilidades. A adesão poderia dinamizar as exportações indianas, especialmente das PME, impulsionando seu objetivo de alcançar USD 1 trilião em exportações.

Complementarmente à RCEP, a Iniciativa Belt and Road (Nova Rota da Seda) reforça a conectividade global através de infraestrutura trilionária, ligando a Ásia, Europa, África e América Latina — e envolveu mais de 150 países até meados de 2025.

Em H1 2025, a China assinou contratos de investimento e construção no valor de USD 124 mil milhões, totalizando 176 acordos — o que já supera o total anual de 2024. Desde 2013, o investimento acumulado ultrapassa os USD 1,3 triliões.

Destacam-se os setores de energia limpa e tecnologia, com USD 5,7 mil milhões em obras de energias renováveis, USD 3,1 mil milhões em investimentos diretos verdes e mais de 12 gigawatts de nova capacidade instalada apenas no primeiro semestre de 2025. O setor privado assume papel crescente, com empresas como Longi Green Energy e ByteDance entre os maiores investidores.

Segundo projeções do Banco Mundial, a Iniciativa Belt and Road poderá acrescentar até USD 7,1 triliões por ano ao PIB mundial até 2040, reduzindo os custos do comércio global entre 1,1% e 2,2%, especialmente em países em desenvolvimento.

Num panorama onde rivalidades estratégicas e colaborações regionais coexistem, a Ásia assume-se como palco central do novo ordenamento económico mundial. Com base sólida em crescimento socioeconómico, inovação, integração comercial e sustentabilidade, o continente sobressai como tema de investimento com potencial de retorno ao longo de décadas.

Potencialidades da “Nova rota da Seda”

Estima-se que a “Nova rota da sede” conduza à eliminação imediata de tarifas sobre cerca de 65% das mercadorias, com a meta de atingir 90–91% de cobertura tarifária eliminada em 20 anos. Isto cria um ambiente mais competitivo para empresas, especialmente nos setores industriais e tecnológicos.

“O acordo associado à “Nova Rota da Sede” cria um ambiente mais competitivo, especialmente nos setores industriais e tecnológicos.”

Além das reduções tarifárias, este acordo promove a liberalização do setor de serviços, estabelece regras comuns para compras públicas, apoio à inovação e integração de PME, reforçando cadeias de valor regionais mais eficientes e interligadas.

Com 20 capítulos temáticos – incluindo comércio de bens, serviços, investimentos, e-commerce, propriedade intelectual e mobilidade de trabalhadores – a RCEP coloca a Ásia numa posição competitiva mais avançada, melhorando o contexto institucional para fundos focados em inovação e crescimento estrutural.

Do ponto de vista logístico, o texto de regras de origem foi simplificado e mecanismos como despacho aduaneiro acelerado em até 48 horas garantem a agilização de exportações e importações intra-bloco. Estas medidas reduzem os custos operacionais das cadeias regionais de fornecimento.

Assim, a “Nova Rota da Seda” pode adicionar entre USD 147 e 186 mil milhões ao PIB global até 2030, além de USD 428 mil milhões em comércio intra-bloco, beneficiando sobretudo Japão, Coreia do Sul e China. De acordo com simulações do IDE-GSM, a RCEP deve elevar o PIB do Japão em 0,7% até 2030, enquanto a Coreia do Sul pode crescer +0,24%, e a China +0,13%, apenas com os efeitos tarifários iniciais. Outros modelos apontam ganhos diretos para a China (+USD 85 bi), Japão (+USD 48 bi), Coreia do Sul (+USD 23 bi) e também para Indonésia, Malásia, Tailândia e Vietname — com ganhos até 0,5% do PIB nessas economias emergentes.

Também impulsionará reformas estruturais internas: acelera eficiência administrativa, estimula competitividade e fortalece instituições nacionais, frequentemente gerando retornos superiores aos ganhos diretos do comércio.

Apesar de a Índia não fazer parte do acordo que sustenta a “Nova Rota da Seda”, o bloco fortalece um novo núcleo de integração asiática – sobretudo no eixo China Japão Coreia – criando oportunidades de investimento em exportadores regionais, cadeias de valor e setores de serviços inovadores.

A Ásia e os Quatro Pilares da Liderança no Século XXI

1. Aumento da classe média

A Ásia tem crescido economicamente a um ritmo superior ao das economias ocidentais, que enfrentam envelhecimento populacional e perda de dinamismo. Apesar das desigualdades entre países asiáticos, tem-se verificado uma rápida expansão da classe média: em 2020, cerca de dois mil milhões de asiáticos integravam este grupo e esse número poderá atingir 3,5 mil milhões até 2030 — o que representa dois terços da classe média mundial.

Estima-se que 90% dos dez milhões de novos consumidores de classe média globais venham da Ásia, sobretudo China, Índia e Sudeste Asiático. Em 2025, os gastos desta classe média asiática deverão ultrapassar os do resto do mundo. Estes consumidores, antes associados à procura de produtos europeus ou norte-americanos como símbolo de status, começam a preferir marcas nacionais. Um estudo da McKinsey mostra que, em 15 de 17 categorias de bens analisadas, os consumidores chineses optaram por marcas domésticas, incluindo em segmentos como produtos pessoais e eletrodomésticos.

2. Grandes metrópoles

A urbanização acelerada e os avanços tecnológicos têm redesenhado a geografia do poder global, conferindo às grandes cidades um papel central. Hoje, 25% da riqueza mundial provém das dez maiores áreas metropolitanas do planeta, e prevê-se que até ao final do século, 90% da população mundial viva em centros urbanos. O número de megacidades (mais de 10 milhões de habitantes) quadruplicará em 40 anos, ganhando quase 600 milhões de residentes, sobretudo na Ásia, África e América Latina. A maioria das 300 cidades com mais de um milhão de habitantes localiza-se nessas regiões — em contraste com apenas 10 nos EUA e 18 na UE. Muitas dessas cidades cresceram dez vezes desde 1950. Entre 2000 e 2010, a urbanização anual foi de 2,7% na Ásia-Pacífico e apenas 2,1% no mundo, com a Europa de Leste a registar um decréscimo de 0,1%. Estas megacidades tornam-se motores de crescimento, inovação e globalização. A sua densidade populacional gera economias de escala que alimentam o consumo e a criatividade. Um exemplo é a app chinesa Didi Chuxing, que, apesar de semelhante à Uber em termos de serviços, já registou mais de 587 milhões de utilizadores ativos, face aos cerca de 161 milhões da Uber. Além disso, a reinvenção urbana exige investimentos massivos e cria oportunidades para novos modelos de negócio em cidades mais densas, tecnológicas e conectadas — verdadeiros polos de inovação e crescimento.

3. Geração Z e Millennials em expansão

Enquanto o Ocidente lida com o envelhecimento populacional, a Ásia enfrenta o desafio oposto: alimentar, formar e integrar uma população jovem e crescente. A geração Z (1996–2012) e os Millennials (1980–1995) terão, em 2025, cerca de 25% de peso demográfico cada um. Estas gerações, mais conectadas e instruídas, impulsionam mudanças de consumo e pressionam setores tradicionais a reinventarem-se. A “economia de partilha” é potenciada por estes nativos digitais. A Ásia lidera este processo: dos 1,8 mil milhões de Millennials no mundo, 1,1 mil milhões vivem na Ásia, 300 milhões em África, 150 milhões na Europa e o restante distribuído entre América Latina, América do Norte e Oceânia.

Estudos indicam que 65% dos Millennials dos mercados emergentes acreditam que terão uma vida melhor que a dos seus pais — o oposto dos seus pares nos países desenvolvidos. Este otimismo traduz-se numa geração de consumidores com poder de compra crescente e fortemente ligados ao digital.

4. Liderança na revolução digital

A revolução digital na Ásia é acelerada, profunda e transformadora. Estima-se que até 2021 o processo de digitalização tenha acrescentado 1,16 biliões de dólares ao PIB da Ásia-Pacífico. Este impulso reflete uma aposta estratégica por parte dos governos e das empresas em tecnologias emergentes, infraestruturas digitais e inteligência artificial.

A China lidera esta transformação, com ecossistemas digitais robustos e empresas como Baidu, Alibaba e Tencent a redefinirem o comércio eletrónico, os serviços financeiros e as redes sociais. Também países como a Índia (com a fintech Paytm) e a Indonésia (com a superapp Go-Jek) demonstram inovação no setor dos pagamentos digitais e mobilidade urbana. A região investe fortemente em robótica industrial e inteligência artificial, preparando-se para dominar as tecnologias do futuro.

A Ásia é responsável por metade dos utilizadores de internet do mundo, sendo a região com o maior crescimento de novos utilizadores. Em 2020, o comércio eletrónico asiático gerou cerca de 1,4 biliões de dólares, quase três vezes mais do que os Estados Unidos. As compras efetuadas via dispositivos móveis representam 74% do total de vendas online na Ásia — comparando com apenas 37% na Europa e 31% na América do Norte.

Além disso, a região foi responsável por 41% de todos os downloads de aplicações móveis em 2019, o que demonstra o imenso mercado digital e o potencial de escalabilidade das tecnologias orientadas para o consumidor. Plataformas como o WeChat ilustram bem a capacidade de integração asiática, combinando e-commerce, pagamentos, redes sociais, serviços de transporte e seguros numa única aplicação.

Na era pós-Covid-19, três atributos tornaram-se vitais para a prosperidade de uma nação: velocidade, cooperação e resiliência. A velocidade do processo de transformação digital na Ásia é incomparável, refletindo um ecossistema de rápida adoção tecnológica. A cooperação regional tem-se intensificado, visível com a criação da Parceria Económica Regional Abrangente (RCEP), que constitui a maior zona de comércio livre do mundo. Já em termos de resiliência, as economias asiáticas demonstraram capacidade de adaptação das cadeias de abastecimento num contexto geopolítico e tecnológico mais multipolar.

Assim, a Ásia detém atualmente a posição mais privilegiada para liderar a economia digital global, tanto em termos de escala como de inovação.

Todos diferentes. Todos investidores.

Cada pessoa é única. Cada investimento também.
Preencha já o questionário para receber informação ajustada ao seu perfil de investidor.

Preencher QPI
Perfil de Investidor