Ignorar ligação
Ignorar ligação
Ignorar ligação

Como as megacidades vão moldar o futuro

 

O crescimento da população urbana...

Cerca de 25% da riqueza mundial é produzida pelas dez maiores áreas metropolitanas do planeta. A importância das cidades para a economia global tem aumentado a um ritmo sem precedentes, pois são mais eficientes e a produção económica que daí pode ser proveniente é muito superior à dos países.

 

Em 1800, apenas 2% da população mundial vivia em cidades. Hoje são pouco mais de 50% e em 2030 estima-se que dois terços da população mundial viverá em cidades (fonte: Organização das Nações Unidas (ONU)), e que até ao final do século cerca de 90% da população mundial seja urbana, de acordo com um estudo da Universidade de Oxford.

É em África e na Ásia que está a ocorrer um êxodo, nunca antes visto, dos campos para as áreas urbanas. Por apresentarem as taxas mais elevadas de população rural estima-se que serão responsáveis por mais de dois terços dos novos habitantes urbanos até 2050. Só nos últimos 30 anos as cidades dos países em desenvolvimento receberam, em média, 3 milhões de habitantes por semana.

 

O fenómeno das Megacidades...

 

Em apenas 40 anos, a quantidade total de megacidades (termo usado pela ONU para definir uma área metropolitana com mais de 10 milhões de habitantes) quadruplicará, ganhando quase 600 milhões de residentes no processo. Em 1990, havia no planeta dez megacidades. Atualmente são 33 e dentro de 12 anos prevê-se que sejam 43. Tóquio é hoje a cidade mais populosa do mundo com 37 milhões de pessoas, seguida por Nova Deli com 29 milhões e Xangai com 26 milhões. Estima-se que Nova Deli ultrapassará Tóquio como a cidade mais populosa do planeta e que a Índia ultrapassará a China como o país com mais habitantes.

Todos esses destinos oferecem, pelo efeito escala e respetivo dinamismo, maiores oportunidades de riqueza, diversidade social, crescimento económico e inovação. Como focos da globalização e motores para o desenvolvimento, concentram um vasto leque de capacidade e de potencial humano, criatividade, interação social e diversidade cultural.

Paralelamente também apresentam inúmeros desafios, na medida em que a densidade populacional aumenta a vulnerabilidade relativa a fenómenos físicos com potencial destrutivo. Essa expansão descontrolada pode originar grandes volumes de tráfego, elevadas concentrações industriais, sobrecargas ambientais, poluição, epidemias, insegurança, consumo de energia e desperdício. Pode desregular e inflacionar os mercados imobiliários, levar a um planeamento urbanístico deficiente e, em alguns casos, originar o convívio lado a lado com situações extremas de pobreza e riqueza, promovendo tensões sociais.

 

As oportunidades de investimento das Megacidades...

 

Embora seja inegável que as megacidades desempenhem um papel crucial como porta de entrada na economia global, o seu tamanho e complexidade constituem também um enorme desafio para o desenvolvimento urbano sustentável. A reinvenção urbana exige investimentos gigantescos e representa uma enorme oportunidade para os investidores. À medida que as cidades globais se tornam mais tecnológicas, novos modelos de negócios surgem associados a cidades mais inteligentes, mais densas e mais conectadas.

O potencial estratégico das megacidades assume-se a diferentes níveis:

  • Novas infraestruturas: as cidades e as empresas vão investir na construção de infraestruturas da próxima geração, como energia verde, data centers e Wi-Fi em toda a cidade.
  • Cidades inteligentes: as cidades vão adotar a tecnologia como forma de melhorar os serviços e as infraestruturas, adicionando recursos como, por exemplo, iluminação inteligente ou atualizações de tráfego em tempo real.
  • Novos serviços de planeamento: à medida que as cidades se tornam mais inteligentes e conectadas, especialistas em segurança cibernética, engenheiros de tecnologia limpa, entre outros, serão necessários como parte do processo de planeamento das cidades.
  • Segurança pessoal: com taxas de criminalidade mais altas nas cidades do que nas áreas rurais, os governos vão ter de investir em elevados níveis de vigilância dos cidadãos. Aumentar a conectividade significa que todas as atividades serão registadas e monitorizadas.
  • Novos sistemas de saúde: à medida que a densidade populacional cresce para níveis sem precedentes, os sistemas de saúde terão de ser radicalmente revistos para lidar com esse forte acréscimo da procura.

À medida que todo este processo de urbanização se intensifica e outras megatendências se consolidam, não há dúvida de que irão surgir novas oportunidades de investimentos temáticos.

 
 

Como posso investir nesta temática?

Megacidades

 


Medidas de rendibilidade, calculadas em Euros, sendo a data final a indicada e a data inicial a mesma um ano antes.

Os valores divulgados têm implícita a fiscalidade suportada diretamente pelos organismos de investimento coletivo. Na esfera do investidor, pessoa singular ou coletiva, recaem ainda impostos sobre os rendimentos distribuídos e mais-valias obtidas no resgate, conforme regime fiscal em vigor, descrito em detalhe na documentação legal do fundo. As rendibilidades divulgadas representam dados passados, não constituindo garantia de rendibilidade futura, porque o valor das Unidades de Participação pode aumentar ou diminuir em função do nível de risco que varia entre 1 (risco mínimo) e 7 (risco máximo). O investimento no organismo de investimento coletivo pode implicar a perda do capital investido.

Uma redução dos riscos de investimento pode ser alcançada através de uma abrangente diversificação dos investimentos por diferentes classes e tipos de ativos financeiros. O Banco Best considera que uma concentração superior a 15% do património depositado no Banco Best num único ativo financeiro, incluindo a aquisição/subscrição do presente produto, implica um acréscimo dos riscos de investimento.

A presente informação não dispensa a leitura do documento de Informação Fundamental ao Investidor e do Prospeto do fundo de investimento disponível neste site.

A presente comunicação tem um caráter meramente informativo e não deve ser entendida, em nenhuma situação, como uma proposta contratual, nem como uma recomendação de investimento. Eventuais informações sobre instrumentos financeiros têm um caráter padronizado e carecem de verificação das circunstâncias pessoais do investidor no momento da subscrição. Os Clientes deverão informar-se sobre as características do instrumento financeiro apresentado antes de qualquer decisão de investimento.

Total fundos selecionados: 0