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Viver em 3 séculos vai ser normal

 

Em 2050 seremos capazes de ligar as nossas mentes ao mundo das máquinas de forma tão perfeita que estaremos, efetivamente, a viver na cloud.

Fonte: Ian Pearson, The Sun - fevereiro 2018

 

A esperança média de vida tende a aumentar. Quais os impactos? Os novos hábitos, a evolução da biotecnologia, melhorias na investigação da saúde e comportamentos saudáveis, tenderão a prolongar a longevidade. A par dos impactos diretos em termos de setores, que abrem oportunidades de investimento, há ainda consequências naturais: vamos viver mais tempo, temos mais tempo livre... temos que poupar mais.

Tenderemos para a imortalidade?

 

Todos crescemos e aprendemos que vamos morrer um dia e que ninguém vive para sempre. Preocupação máxima dos egípcios antigos, dos alquimistas e de boa parte das civilizações, a imortalidade é uma ilusão sonhada desde o início da história da humanidade.

Aprendemos, ainda, que a morte é a razão da vida.

Mas será mesmo verdade?

Quanto mais aprendemos sobre genética, mais percebemos que não estamos na presença de uma verdade irrefutável.

 

Cientistas acreditam na possibilidade de se alcançar a imortalidade através da miscigenação entre o ser humano e as máquinas.

 

Um número crescente de cientistas acredita na possibilidade de se alcançar a imortalidade, nomeadamente através da miscigenação entre o ser humano e as máquinas, o que possibilitará, pelo menos, um aumento exponencial da longevidade.

 

A imortalidade será viabilizada pela "clonagem terapêutica".

 

A biotecnologia oferece os meios necessários para alterar os genes, rejuvenescendo todos os tecidos e órgãos do corpo, transformando as células da pele em versões jovens de qualquer outro tipo de célula. A nanotecnologia e a robótica permitem superar os limites da biologia e substituir bionicamente partes do corpo com um substancial aperfeiçoamento do organismo. A imortalidade será viabilizada pela "clonagem terapêutica", por meio do desenvolvimento e aperfeiçoamento das próprias células, tecidos e até órgãos inteiros.

 

Teoria da ficção científica prevê backup da mente.

 

Outra metodologia que pode contribuir para a imortalidade humana passa por uma teoria da ficção científica (pelo menos, para já), que prevê uma espécie de backup da mente, que será mantida numa cloud e carregada para um corpo robótico.

Muito tempo antes de conseguirmos corrigir os nossos corpos e de os rejuvenescer sempre que nos apetecer, seremos capazes de ligar as nossas mentes ao mundo das máquinas de forma tão perfeita que estaremos, efetivamente, a viver na "cloud", prevê o futurologista, engenheiro e inventor Ian Pearson.

Num cenário como este, mesmo que o nosso corpo morresse, continuaria a ser possível usar a mente, que estaria armazenada num computador, e logo, a viver através de robôs aperfeiçoados para se parecerem com os humanos.

Ian Pearson acredita que estes cenários vão ser possíveis já em 2050, mas avisa que, pelo menos inicialmente, será apenas para "os ricos e famosos", devido aos elevados custos envolvidos. Segundo o futurologista, "os preços vão baixar gradualmente após 15 ou 20 anos" – se imaginarmos que, até lá, a Humanidade inventa espaço para toda a gente viver.

 

Quem tem menos de 40 anos "vai definitivamente ter acesso" à vida eterna.

 

Assim, quem tem "menos de 50 anos", vai ter "uma boa possibilidade" de conseguir esta imortalidade tecnológica prevista por Pearson, já quem tem menos de 40 anos, "vai definitivamente ter acesso" à vida eterna.

Mas a imortalidade implicará mudanças profundas na forma pela qual nos relacionamos com a família, com o trabalho e até com nós mesmos. Hoje a longevidade da população já é um dos maiores problemas do planeta em termos de espaço, empregos, previdência e sustentabilidade – a população de centenários deve chegar a 2,2 milhões em 2050 (eram 145 mil em 1999). E isso se a imortalidade não chegar antes.

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