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Janeiro de 2024
  • Análise mercados financeiros
  • Performance
  • EUA mantém resiliência e adia descida dos Fed Funds

    Para que não perca de vista o que de mais importante se passou neste mês, destacamos de forma sucinta os principais acontecimentos que marcaram a economia global e os mercados financeiros.

    Destaques

    Fed:sinalizou que não deverá ser em março o 1º corte dos juros. Aguarda pela evolução dos dados macro de forma a tomar a decisão com confiança que a inflação caminha para o objetivo de 2%.

    BCE: prevê definição da política na primavera e a redução das taxas durante o verão, mas é necessário cautela (continuam data dependent).

    FMI: reviu em alta a previsão do crescimento do PIB global em 2024, para 3.1% (e.g. crescimento acima do previsto nos EUA e estímulos na China).

    Facto do Mês:

    6 Magníficas
    As 7 magnificas continuaram a sua senda de valorização. Mas o mercado está exigente e sancionou quem não surpreende pela positiva (Apple e Alphabet) e puniu quem desiludiu (Tesla), que para muitos já não faz parte deste clube restrito.

    Ao nível da economia global, o mês for marcado pelos seguintes fatores e acontecimentos:

    Economia Global

    EUA: criação de emprego de janeiro foi o dobro do estimado (+353K), os salários subiram (4,5% YoY). O PIB do 4º trimestre cresceu 3,3% anualizado, muito acima dos 2% estimados pelos economistas.

    ZONA EURO: a inflação desceu de 2.9% para 2.8% YoY em janeiro. O PIB estagnou (0%) no 4º trim. (vs. -0,1% no Q3). Contributo das economias mais pequenas face à contração alemã.

    CHINA: o PIB cresceu 1% QoQ e 5.2% YoY no 4Q’23 (acima dos 5% previstos pelo governo). Em dezembro, as vendas a retalho abrandaram para 7.4% YoY, sinaliza a fragilidade do consumo doméstico, num contexto de deflação.

    O acompanhamento da evolução dos mercados financeiros, a par da diversificação de investimentos, é um pilar base para a construção de uma carteira de investimentos adequada. Saiba resumidamente o que marcou os diferentes mercados este mês.

    Mercados

    AÇÕES: fortes dados macro nos EUA e earnings season acima do esperado, justificam a boa performance dos mercados desenvolvidos. O Japão teve a melhor performance, continuando o forte desempenho observado em 2023. Nos EUA, o S&P 500 foi impulsionado para máximos históricos, reagindo ao otimismo do reforço da possibilidade de um soft landing. Por outro lado, mesmo com novas medidas de estímulo económico, os fracos dados da China (risco de deflação, fraco consumo doméstico e crise imobiliária), impactou na performance dos mercados emergentes. O Brasil também ajudou, com a maior queda mensal em 8 anos, face a vendas para realizar mais valias.

    OBRIGAÇÕES: após as fortes valorizações do último bimestre de 2023, os ajustamentos das expetativas de atuação do Fed nos próximos meses (juros só deverão descer em maio), fez com que as yields da dívida subissem, fazendo cair as cotações. O Investment Grade também desvalorizou, apesar dos spreads terem estreitado. O High Yield europeu foi o único que valorizou (0,9%), enquanto o dos EUA apresentou retornos estáveis.

    CÂMBIOS: O dólar manteve a tendência de valorização, para máximos de 12 semanas. A robustez do mercado de trabalho e dado Powell ter sinalizado que os juros não descem em março, levou o EUR/USD para o patamar de 1.085.

    MATÉRIAS-PRIMAS: petróleo com preço a subir pelo aumento da tensão no Mar Vermelho. Os dados macro dos EUA e novos estímulos na China valorizam os metais industriais.

    Partindo da sua análise das condições de mercado a cada momento, o Banco Best estabelece a sua visão/posicionamento para cada classe de ativos. Na produção da presente informação não foram considerados objetivos de investimento, situações financeiras ou necessidades específicos dos clientes, não tendo existido na sua elaboração a adequação da informação a qualquer investidor efetivo ou potencial nem ponderadas circunstâncias especificadas de qualquer investidor efetivo ou potencial. A visão apresentada na presente informação reflete apenas o posicionamento do Banco Best. Não constitui uma recomendação de investimento e não pode servir de base à compra ou venda de ativos nem à realização de quaisquer operações nos mercados financeiros.

    Ligeiramente otimistas

    Ligeiramente
                                                                                        otimistas

    Liquidez

    Obrig. Gov. EUA

    Obrig. Gov. Europa

    Obrig. Investment Grade

    Ações Merc. Emergentes

    Neutral

    Ligeiramente otimistas

    Obrig. Merc.Emergentes

    Ações EUA

    Ações Europa

    Ações Globais

    Investimentos Alternativos

    Obrig. High Yield

    Ligeiramente pessimistas

    Ligeiramente otimistas
    Bea

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